Os Discos Mais Brasileiros Esperados Em 2010: Violins

Foto do La Cumbuca - http://lacumbuca.blogspot.com

Quem: Violins
Disco: “Greve Das Navalhas”
Previsão de lançamento: março (1 música por dia para baixar no site da banda)
Sai por onde: Monstro Discos
O que esperar: menos tormenta e mais calmaria
O que já dá para ouvir: vídeos ao vivo de “Do Tempo” (em qualidade decente), “Dois Desertos” e “Tsunami” (as duas em qualidade péssima)

Acabar pode ser uma coisa boa para algumas bandas. Melhor ainda quando elas voltam. Depois de declararem que “era o fim” no meio de 2006 para voltarem dias depois, o Violins repertiu a dose em 2009, quando anunciaram, depois de alguns meses e projetos solos, que o “segundo fim” da banda (acontecido meses após o lançamento do bom “A Redenção dos Corpos”) tinha acabado.

Se dá primeira vez, a lufada de novos ares garantida pela pausa resultou em dois discos densos, sombrios, e de certa forma, políticos, o líder da banda, Beto Cupertino, garante que o novo álbum “vai ter uma atmosfera de bons fluídos. Será menos apocalíptico e mais otimista”:

É um caminho natural que a gente busque novos ares também em questão de temáticas. É preciso às vezes equilibrar as coisas, tentar explorar uns lados diferentes. Ficamos um tempo parados e quando voltamos estávamos nos sentindo muito bem por estarmos tocando juntos de novo.

As 10 faixas que devem compor “Greve das Navalhas” já estão todas compostas e arranjadas, e devem ser gravadas no meio de fevereiro. A expectativa é que o álbum comece a ser lançado digitalmente em março com a mesma estratégia de “A Redenção Dos Corpos”, no qual uma música é liberada por 24h para download. Nos meses seguintes, a Monstro Discos deve lançar a edição em CD do álbum.

Ainda sim, a banda ainda trabalha sobre as músicas que vão entrar no disco, mas Beto e seus companheiros de banda estão muito confiantes no resultado:

Eu estou muito empolgado com o repertório todo, sinceramente, considero que tem ali muito do que de melhor já consegui fazer com composição. Tento sempre evoluir, tenho muito o que aprender ainda, e minha busca é só essa: tentar fazer com que nossa música possa ser viva também. Claro que isso pode ser algo bastante pessoal, muita gente pode achar um lixo aquilo que acho bonito, mas pelo menos nós quatro da banda estamos muito satisfeitos com elas e isso é quase tudo se você entende de coração o que é ter uma banda. Nesse momento de criar algo e ter coragem de divulgar para o público, você conta com aqueles que estão contigo na banda. Nós temos o hábito de sempre tentar deixar nos discos só músicas que agradem a todos da banda de forma unânime.

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